Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/1822/55967

TitleO credo liberal e os seus críticos: pauperismo e rede de segurança
Other titlesLiberal Creed and its Critics: Pauperism and the Safety Net
Author(s)Baião, António
Colen, J. A.
Moreira, Pedro Gois
KeywordsKarl Polanyi
safety net
Friedrich Hayek
pauperism
liberal creed
The Great Transformation
The Road to Serfdom
Rede de segurança
Pauperismo
Liberalismo
Issue date2018
PublisherUniversidade do Minho. Centro de Ética, Política e Sociedade (CEPS)
JournalEthics, Politics & Society
Abstract(s)Em 1944, duas obras marcantes da teoria política, A Grande Em 1944, duas obras marcantes da teoria política, A Grande Transformação e O Caminho da Servidão, apresentam visões quase opostas da relação entre o nascimento do “mercado” e os fascismos: no primeiro caso, o mercado provoca o fascismo como reacção de defesa da sociedade, condenada ao pauperismo, contra o credo liberal; no outro, o mercado é a melhor, senão única defesa da liberdade contra o regresso das tendências totalitárias que asfixiam a liberdade, agora sob a forma da planificação. O texto examina os argumentos dos dois autores, procurando elucidar e discutir as concessões de Hayek à intervenção do estado e explicar porque, posteriormente, ele se inclina a abandonar a proposta de uma rede de segurança que defenderia as vítimas das falhas do mercado
In 1944, two remarkable books on theories of political economy, The Great Transformation and The Road to Serfdom, present opposite visions of the relationship between the birth of the “market” and the origin of fascism: according to the former, the market generates fascism as society's (unplanned and unforeseeable) self-defense response to increasing pauperism and against the liberal creed; the latter holds that the market is the best or even the necessary means to protect liberty against the return of totalitarianism, now in the guise of “planning”. This paper examines the arguments of both authors, seeking to elucidate and debate Hayek's (supposed) concessions to state intervention. It also throws light on the question of why, later on, he felt inclined to abandon entirely the proposal of a safety net to defend the victims of market failures.
TypeArticle
URIhttps://hdl.handle.net/1822/55967
DOI10.21814/eps.1.1.60
Publisher versionhttp://www.epsjournal.ilch.uminho.pt/index.php/eps/article/view/60
Peer-Reviewedyes
AccessOpen access
Appears in Collections:CEPS - Publicações dos investigadores do CEPS


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