Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/1822/80614

TitlePerceção dos profissionais de saúde acerca das barreiras às boas práticas de higienização das mãos
Other titlesPerception of health professionals about barriers to good hand hygiene practices
Author(s)Silva, Filomena Maria Moreira
Advisor(s)Braga, Fátima
KeywordsBarreiras
Higienização das mãos
Infeções associadas aos cuidados de saúde
Perceção
Serviço de urgência
Hand hygiene
Perception
Barriers
Healthcare associated Infections
Emergency room
Issue date2021
Abstract(s)Introdução: As infeções associadas aos cuidados de saúde representam um desafio global na segurança do doente. A higienização das mãos é considerada a medida mais simples e eficaz para prevenir e controlar as infeções associadas aos cuidados de saúde, sendo os benefícios desta prática inquestionáveis, desde a redução da morbimortalidade, até á diminuição dos gastos dos sistemas de saúde. No entanto, estudos demonstram que a adesão dos profissionais de saúde a esta prática é considerada uma tarefa desafiadora. Objetivo: Analisar a perceção dos profissionais de saúde de um serviço de urgência acerca das barreiras às boas práticas de higienização das mãos. Metodologia: Trata-se de um estudo de natureza quantitativo, com caráter descritivo, correlacional e transversal, realizado num serviço de urgência no norte de Portugal. A amostra foi constituída por 153 profissionais de saúde, enfermeiros, médicos e assistentes operacionais. A recolha de dados foi efetuada através da aplicação de um questionário sociodemográfico e da escala “Barreiras à Adesão à Higiene das Mãos”. Os dados obtidos, foram tratados e analisados através de estatística descritiva e inferencial. Foram cumpridos os pressupostos éticos inerentes a uma investigação científica. Resultados: Os profissionais de saúde do serviço de urgência consideram a Avaliação & Feedback como a barreira mais percecionada, enquanto a Formação & Treino foi considerada a menos percecionada. Não existem diferenças estatisticamente significativas entre os profissionais do sexo masculino e feminino. Relativamente ao grupo etário, à formação académica, à experiência profissional, à categoria profissional e à formação em higienização das mãos existem diferenças estatisticamente significativas no total da escala e em algumas subescalas. Conclusão: A higienização das mãos é um tema complexo e multifatorial, onde o conhecimento das barreiras à higienização das mãos por parte das instituições de saúde permite identificar fragilidades e estudar estratégias vocacionadas para a melhoria continua dos cuidados. O envolvimento e comprometimento dos órgãos de gestão com a equipa multidisciplinar apresentam-se como fator fundamental na prestação de práticas seguras e de qualidade adequadas ás necessidades dos doentes.
Introduction: Healthcare-associated infections represent a global challenge in the patient’s safety. Hand hygiene is considered the simplest and most effective measure to prevent and control infections associated with health care. The benefits of this practice are unquestionable, from the reduction of morbidity and mortality, to the reduction in the costs of health systems. However, studies show that health professionals' adherence to this practice is considered a challenging task. Purpose: To analyze the perception of health professionals in an emergency room about barriers to good practices in hand hygiene Methodology: This is a descriptive, correlational and cross-sectional study, with a quantitative approach, carried out in an emergency room in the North of Portugal. The sample consisted of 153 health professionals. Data collection was carried out through the application of a sociodemographic questionnaire and the scale “Barriers to Adherence to Hand Hygiene”. The ethical presuppositions inherent to a scientific investigation were fulfilled. The data obtained were treated and analyzed using descriptive and inferential statistics. Results: Emergency room professionals consider Assessment & Feedback as the most perceived barrier, while Education & Training was considered the least perceived. There are no statistically significant differences between male and female professionals. Regarding age group, academic degree, professional experience, professional category and training, there are statistically significant differences in the total scale and in some subscales. Conclusion: Hand hygiene is a complex and multifactorial issue. The knowledge of the barriers to hand hygiene by health institutions allows identifying weaknesses and studying strategies aimed at the continuous improvement of care. The involvement and commitment of management bodies with the multidisciplinary team is a fundamental factor in providing safe and quality practices that meet the patients’ needs.
TypeMaster thesis
DescriptionDissertação de mestrado em Enfermagem da Pessoa em Situação Crítica
URIhttps://hdl.handle.net/1822/80614
AccessOpen access
Appears in Collections:BUM - Dissertações de Mestrado

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