Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/1822/10751

TitleÓleos essenciais para aromaterapia
Author(s)Coelho, Meirilane Gonçalves
Advisor(s)Ferreira, Manuel Fernandes
KeywordsActividade ansiolítica
aromaterapia
doenças neurodegenerativas
hairy roots
micropropagação
óleos essenciais
plantas aromáticas e medicinais (PAM),
Pelargonium graveolens,
Rosmarinus officinalis
Salvia officinalis
Salvia sclarea
Activity anxiolytic
aromatherapy
essential oils
medicinal and aromatic plants
micropropagation
neurodegenerative diseases
Issue date24-Nov-2009
Abstract(s)O potencial terapêutico de óleos essenciais de Salvia sclarea, Salvia officinalis cv. ‘purpurascens’, Rosmarinus officinalis (Lamiaceae) em doenças neurodegenerativas e de óleos essenciais de Pelargonium graveolens (Geraniaceae) como ansiolítico, muitas vezes utilizados em Aromaterapia sugerem o papel relevante da regulamentação deste sector, designadamente quanto a critérios de controlo de qualidade. Tendo isto em mente, a investigação realizada no âmbito deste trabalho teve como principiais objectivos: (i) conhecer a composição dos óleos essenciais destas espécies e (ii) desenvolver uma alternativa de produção de metabolitos secundários através da manipulação biotecnológica. Relativamente a micropropagação, as espécies da família Lamiaceae foram as mais difíceis de estabelecer, dada as elevadas quantidades de compostos fenólicos que os explantes libertam para o meio. As melhores respostas foram dadas com a presença de uma citocinina no meio, 0,75 mg/L de ZEA para R. officinalis, 0,25 mg/L de BA para S. officinalis cv ‘purpurascens’ e 0,5 mg/L de ZEA, juntamente com 0,04 de GA3 e 0,02 mg/L de NAA, para S. sclarea. Relativamente a P. graveolens, foram obtidos bons resultados (62%) em meio MS suplementado com 0,5 mg/L de BA e 0,1 mg/L de NAA. Esta espécie, posteriormente, também foi aclimatizada com uma taxa de 75% de sucesso. O número mais elevado de rebentos caulinares induzidos em culturas in vitro de P. graveolens foi de 2,3 e 2,0 por explante, constituídos por segmentos nodais e segmentos peciolares, respectivamente. A composição dos óleos essenciais foi determinada para plantas in vivo e culturas in vitro destas por GC e GC-MS. O OE de folhas e flores de plantas in vivo de S. sclarea foi marcada pela presença de germacreno D e E-cariofileno (folhas) e acetato de linalilo e linalool (flores) ao passo que, nas folhas de plântulas in vitro houve a presença de um composto peculiar, o fitol representando 74% do óleo. S. officinalis mostrou um perfil do OE bem semelhante nas plantas in vivo e plântulas in vitro com a presença do β-pineno, α-tujona e cânfora. Os OE produzidos pelas flores, plantas in vivo e plantas in vitro de R. officinalis apresentavam um perfil químico semelhante, sendo maioritários o α-pineno, 1,8-cineole, verbenona e cânfora. Já no óleo de P. graveolens houve grandes diferenças do perfil químico, nas condições in vivo era fortemente marcado pela isomentona (62%) e nas condições in vitro por α- guaieno (27%) e 10-epi-γ-eudesmol (23%). Verificou-se que na composição destes óleos estavam presentes em quantidades relevantes constituintes tais como, 1,8 cineole, α- e β- pineno, α-tujona, linalool e acetato de linalilo que são citados por sua actividade neuroprotetora em doenças degenerativas e actividade ansiolítica. À parte a infecção generalizada dos explantes de P. graveolens utilizados numa única tentativa de transformação genética de P. graveolens, mediada por Agrobacterium rhizogenes, registaram-se sinais de indução de hairy roots a partir de um único explante dos que foram submetidos à transformação.
The therapeutic potential of essential oils of Salvia sclarea, Salvia officinalis cv. ‘purpurascens’ and Rosmarinus officinalis (Lamiaceae), in neurodegenerative diseases, and that of essential oils of Pelargonium graveolens (Geraniaceae) as anxiolytic, repeatedly used in Aromaterapy, justify the importance given in regulating this sector, particularly, in what respects the criteria for quality control. Concerning this, the general aims of the research developed with this work was: (i) to know the essential oils composition of the target species and (ii) to develop an alternative approach to the production of secondary metabolites by biotechnological manipulation. Relatively to the micropropagation the species belonging to the Lamiaceae family were the most difficult to establish, since they release large amounts of phenolic compounds to media. From the approaches performed, the best responses of the plant explants to the media conditions were given in the presence of a cytokinin in the medium, 0,75 mg/L of ZEA for R. officinalis, 0,25 mg/L of BA for S. officinalis cv. ‘purpurascens’, 0,5 mg/L of ZEA, more 0,04 of GA3, and 0,02 mg/L of NAA for S. sclarea. Concerning P. graveolens, the highest-quality results (62% of regeneration from all explants used) were on the medium MS supplemented with 0,5 mg/L of BA and 0,1 mg/L of NAA . This species was subsequently acclimatized with a success rate of 75%. The highest number of shoots regenerated from each explants (2.3 and 2.0) were got from nodal and petiole segments, respectively. The analysis of the essential oils (EO), were performed using GC and GCMS. EO were isolated by hydrodistillation of leaves and flowers of in vivo plants of S. sclarea and R. officinalis, leaves of in vivo plants of S. officinalis cv. ‘purpurascens’ and P. graveolens, and leaves of in vitro plantlets of the four species. The EO of S. sclarea leaves was marked by the presence of germacrene D and Ecaryophyllene and that of the respective flowers marked by linalyl acetate and linalool. In the EO of leaves of S. sclarea in vitro plants occurred the presence of a peculiar compound, the phytol, representing 74% of oil. In vivo e in vitro plants of S. officinalis showed EO profiles very similar, with the presence of β-pinene, α-thujone and camphor, as major compounds. Comparing the OE produced by flowers, in vivo and in vitro plants of R. officinalis a similar chemical profile could also be found, showing as major compounds: α-pinene, 1,8-cineole, verbenone and camphor. The EO of in vivo plants of P. graveolens was strongly marked by isomenthone (62%), while the EO of in vitro plantlets was marked by α-guaiene (27%) and 10-epi-γ- eudesmol (23%). It was found that the composition of these oils contained relevant amounts of 1,8 cineole, α-and β-pinene, α-thujone, linalool and linalyl acetate, constituents that have recognized neuroprotective and anxiolytic activities. Notwithstanding the generalized infection occurred to the explants of P. graveolens used in the genetic transformation approaches, using Agrobacterium rhizogenes, one only explant gave good signals of transformation through the hairy root phenotype that it showed.
TypeMaster thesis
DescriptionDissertação de mestrado em Biotecnologia e Bio-empreendedorismo em Plantas Aromáticas e Medicinais
URIhttps://hdl.handle.net/1822/10751
AccessOpen access
Appears in Collections:BUM - Dissertações de Mestrado
DBio - Dissertações de Mestrado/Master Theses

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
tese.pdf4,78 MBAdobe PDFView/Open

Partilhe no FacebookPartilhe no TwitterPartilhe no DeliciousPartilhe no LinkedInPartilhe no DiggAdicionar ao Google BookmarksPartilhe no MySpacePartilhe no Orkut
Exporte no formato BibTex mendeley Exporte no formato Endnote Adicione ao seu ORCID