Avaliação da eficiência de diferentes carvões ativados comerciais na remoção de Ocratoxina A de vinho

dc.commentsCEB37913por
dc.contributor.authorSilva, Davidepor
dc.contributor.authorInês, Antóniopor
dc.contributor.authorNunes, Fernando M.por
dc.contributor.authorFilipe-Ribeiro, Luíspor
dc.contributor.authorAbrunhosa, Luíspor
dc.contributor.authorCosme, Fernandapor
dc.date.accessioned2016-05-02T14:59:13Z
dc.date.available2016-05-02T14:59:13Z
dc.date.issued2015
dc.date.updated2016-04-03T03:04:13Z
dc.description.abstractA presença de micotoxinas em alimentos é uma preocupação ao nível da segurança alimentar. Contudo, os vinhos não são exceção podendo também estar contaminados com micotoxinas, especialmente ocratoxina A (OTA) [1]. Como estas substâncias tóxicas não podem ser completamente removidas da cadeia alimentar, muitos países definiram limites legais nos alimentos, com o intuito de aumentar a segurança alimentar. Assim, o limite máximo aceitável de OTA em vinhos é de 2,0 µg/kg de acordo com o regulamento da Comissão nº 1881/2006 [2]. A fim de reduzir os níveis de OTA para valores mais seguros, vários produtos enológicos foram estudados. Foi objetivo deste estudo avaliar a eficácia de produtos compostos por carvão ativado na redução de OTA presente em vinhos, bem como o seu impacto nas características finais do vinho. Foram testados oito carvões ativados diferentes, sendo um deles um produto composto por uma formulação comercial de gelatina, bentonite e carvão ativado, na dose máxima recomendada pelo fabricante. Os ensaios foram realizados em vinhos artificialmente suplementadas com OTA numa concentração final de 10 µg/L. Os resultados mostraram que a mistura comercial composta por gelatina, bentonite e carvão ativado reduziu 73% da concentração inicial de OTA em vinho branco. Contudo, verificou-se que todos os carvões ativados, exceto um, reduziu a concentração inicial de OTA em 100%. Estes resultados podem fornecer informações valiosas para os produtores de vinho, permitindo-lhes escolher o carvão ativado mais adequado para a remoção de OTA, aumentando a segurança e qualidade do produto final.por
dc.description.sponsorshipAgradecimentos: Este trabalho foi financiado por fundos FEDER através do Programa Operacional Factores de Competitividade - COMPETE e por fundos nacionais através da Fundação para a Ciência e a Tecnologia -FCT, ref. FCOMP-01-0124-FEDER-028029 e PTDC/AGR-TEC/3900/2012, respetivamente. Luís Abrunhosa recebeu apoio através da bolsa Incentivo/EQB/LA0023/2014 do ON.2 O Novo Nortepor
dc.distributionnational
dc.identifier.citationSilva, D.; Inês, A.; Nunes, F. M.; Filipe-Ribeiro, L.; Abrunhosa, Luís; Cosme, F., Avaliação da eficiência de diferentes carvões ativados comerciais na remoção da Ocratoxina A de vinho. VIII Jornadas de Bioquímica da UTAD. No. P17, Vila Real, Portugal, 15-16 Abril, 2015.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1822/41389
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/5876-PPCDTI/130482/PTpor
dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/3599-PPCDT/137340/PTpor
dc.relation.publisherversionhttp://8jbqutad.eu.pn/por
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectOcratoxina Apor
dc.subjectCarvão ativadopor
dc.subjectVinhopor
dc.subject.fosCiências Agrárias::Biotecnologia Agrária e Alimentarpor
dc.titleAvaliação da eficiência de diferentes carvões ativados comerciais na remoção de Ocratoxina A de vinhopor
dc.typeconferenceAbstract
dspace.entity.typePublicationen
oaire.citationConferenceDate15 Abr. - 16 Abr. 2015por
oaire.citationConferencePlaceVila Real, Portugalpor
oaire.citationIssueP17
oaire.citationTitleVIII Jornadas de Bioquímica da UTADpor
sdum.event.typeconferencepor
sdum.publicationstatusinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpor

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