Os media e a crise dos refugiados: Agenda de actividades

dc.contributor.authorPinto, Manuel, org.por
dc.contributor.authorPereira, Sara, org.por
dc.contributor.authorBrites, Maria José, org.por
dc.date.accessioned2016-01-26T17:12:30Z
dc.date.available2016-01-26T17:12:30Z
dc.date.issued2015-12
dc.description.abstract(Excerto) É pelos media que temos acesso a informação relevante sobre o mundo. O problema da crise dos refugiados, que parece novo porque nos bateu em cheio à nossa porta, não foge à regra. Nesse sentido, os media são e serão imprescindíveis. Temos hoje acesso a uma evidente quantidade e aparente diversidade de informações. A Internet e as redes sociais possibilitam o acesso a um grande número de fontes, ainda que de valia variável. Mas é inquestionável que a informação que nos chega procede esmagadoramente de agências e de meios que vêem o mundo a partir de determinados ângulos: do seu lugar geográfico, que condiciona, como sabemos, a relevância das matérias escolhidas; das fontes a que os media têm mais facilmente acesso ou daquelas que se organizam para fazer valer determinados pontos de vista e interpretações sobre a realidade junto dos media; e, naturalmente, das estratégias e interesses dos grandes grupos mediáticos que detêm e controlam os media. Por exemplo, constata-se que as televisões, rádios e jornais focam muito mais o problema humanitário dos refugiados e os impactos que eles provocam em diferentes regiões da Europa do que a complexa e dramática situação da gigantesca ‘máquina que produz refugiados’ que, em certos aspectos, a própria Europa alimenta. Apesar de tudo, os media não são todos iguais. Em muitos deles, há profissionais que procuram fazer um trabalho de qualidade. E através das redes sociais temos, com alguma frequência, acesso a dados que repercutem os grandes órgãos de informação ou dão visibilidade a vozes e visões alternativas. Porém, tudo somado, não podemos estar seguros de ter, à partida, acesso a informação relevante, rigorosa e completa sobre uma matéria tão complexa e delicada como a que está por detrás da crise dos refugidos. Isso exige procura em fontes diversas, trabalho comparativo, análise crítica, acompanhamento atento, debate. O Seminário Permanente de Educação para os Media, que tem funcionado no quadro do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho procura, com esta Agenda de Atividades, proporcionar algumas pistas e ferramentas para esse posicionamento crítico e esclarecido. Para isso, contou com contributos de diversos quadrantes, que corresponderam ao desafio que lhes foi lançado.por
dc.identifier.isbn978-989-8600-47-9por
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1822/39697
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade do Minho. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS)por
dc.relation.publisherversionhttp://www.lasics.uminho.pt/ojs/index.php/cecs_ebooks/issue/archivepor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectMédiapor
dc.subjectRefugiadospor
dc.subjectCrisepor
dc.subjectEuropapor
dc.subjectSíriapor
dc.subjectEducação para os Médiapor
dc.subjectMédio Orientepor
dc.subjectÁfricapor
dc.subjectPropostaspor
dc.subject.fosCiências Sociais::Ciências da Comunicaçãopor
dc.titleOs media e a crise dos refugiados: Agenda de actividadespor
dc.typebookpor
dspace.entity.typePublicationen

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