O equívoco da Portugalidade

dc.contributor.authorSousa, Vítor Manuel Fernandes Oliveirapor
dc.date.accessioned2016-02-05T12:13:28Z
dc.date.available2016-02-05T12:13:28Z
dc.date.issued2014-09
dc.description.abstractA portugalidade existe ou não passa de mera retórica para sublinhar a eventual quali­dade do que é português? A tentativa de mitificar os feitos dos portugueses, nomeadamente através da epopeia dos Descobrimentos, que se assumiu como um dos pilares do Estado Novo, faz com que a portugalidade esteja datada nas décadas de 50 e 60 do séc. XX. Trata-se de uma construção, que atropela o processo de identidade dos portugueses, já que não espelha as suas idiossincrasias. Talvez por isso, distante das apropriações que se fizeram dos escritos de Camões ou de Pessoa para sustentar a tese em que assentou a propaganda do regime de Salazar, e bem mais perto de Paula Rego e do grotesco.por
dc.identifier.isbn978-989-8377-66-1 (Grácio Editor)por
dc.identifier.isbn978-989-98219-6-S (Programa Doutoral em Estudos Culturais)por
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1822/40123
dc.language.isoporpor
dc.publisherGrácio Editorpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectPortugalidadepor
dc.subjectPortugalpor
dc.subjectLusofoniapor
dc.subjectEstado Novopor
dc.subject.fosCiências Sociais::Ciências da Comunicaçãopor
dc.titleO equívoco da Portugalidadepor
dc.typebookPartpor
dspace.entity.typePublicationen
oaire.citationEndPage370por
oaire.citationStartPage353por
oaire.citationTitleEuropa das Nacionalidades. Imaginários, identidades e metamorfoses políticaspor
sdum.bookTitleEuropa das Nacionalidades. Imaginários, identidades e metamorfoses políticaspor

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