A poesia em tempo de pandemia (Manuel Alegre e Nuno Júdice)

dc.contributor.advisorSousa, Sérgio Guimarães depor
dc.contributor.authorBorges, Maria Teresa dos Santospor
dc.date.accessioned2023-12-15T17:03:14Z
dc.date.available2023-12-15T17:03:14Z
dc.date.issued2023-12-14
dc.date.submitted2023-10
dc.description.abstractNo contexto pandémico, o mundo da poesia e da literatura foi, também, apanhado de surpresa. Se noutros tempos, de outras guerras com inimigos visíveis, os poetas ergueram a sua espada e combateram o inimigo, desta vez o adversário era outro: um vírus invisível e silencioso. Em julho e novembro de 2020 Nuno Júdice e Manuel Alegre editaram, respetivamente, um livro de poesia - Regresso a Um Cenário Campestre e Quando. Dois autores que confluíram para um ponto comum: a pandemia. E se Júdice mantém características, traços da sua estética - os cenários outonais ou crepusculares - conjugando-os com a nova realidade, com um regresso campestre que se espera revigorante e promissor, Alegre não canta o seu “país de abril”, mas um país “cinzento”. As referências a grandes figuras literárias e/ou mitológicas dão continuidade a uma linha temática do autor e o modo como vê o mundo e o seu país revelam uma dimensão antiépica (de um eu angustiado perante um presente avassalador, embora convicto de que “a poesia é poder”).por
dc.description.abstractDuring the pandemic, poetry and literature were also caught by surprise. If in past times poets raised their swords and fought against visible enemies, this time the enemy was another: an invisible and silent virus. In July and November of 2020 Nuno Júdice and Manuel Alegre published, respectively, one poetry book – Regresso a Um Cenário Campestre and Quando. Both authors converged to a single common point: the pandemic. While Júdice keeps traces of his aesthetic – scenes of Autumn and twilight – combining them with the new reality, with a bucolic return which awaits rejuvenating and promising, Alegre does not proclaim his “country of April” anymore, but a “grey” one. References to major literature figures and/or mythological ones give continuity to a thematic line of the author, and the way he sees the world and his nation reveals an antiepic dimension (of a disturbed self before a crushing present, although convinced that “poetry is power”).por
dc.identifier.tid203430972por
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1822/87561
dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/por
dc.subjectManuel Alegrepor
dc.subjectNuno Júdicepor
dc.subjectPalavrapor
dc.subjectPandemiapor
dc.subjectPoesiapor
dc.subjectPandemicpor
dc.subjectPoetrypor
dc.subjectWordpor
dc.subject.fosHumanidades::Línguas e Literaturaspor
dc.titleA poesia em tempo de pandemia (Manuel Alegre e Nuno Júdice)por
dc.typemasterThesiseng
dspace.entity.typePublicationen
sdum.degree.grade18 valorespor
sdum.uoeiInstituto de Letras e Ciências Humanaspor
thesis.degree.grantorUniversidade do Minhopor
thesis.degree.nameDissertação de mestrado em Literaturas de Língua Portuguesapor

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Dissertação de Mestrado