Physis and nomos: the nature of equality in Popper's and Strauss' readings of Plato

dc.contributor.authorColen, J. A.por
dc.date.accessioned2018-09-21T14:19:40Z
dc.date.available2018-09-21T14:19:40Z
dc.date.issued2013
dc.description.abstractStriving for equality has been often, if not always, at the heart of the ethos of democratic regimes, even when practices fall short of such an ambitious goal. The trend towards an ever-increasing equality still faces an important and pervasive limitation, i.e. citizenship is not a right shared by all, but a privilege of birth, or descent, or autochthony. This problem was voiced in Plato’s dialogue Menexenus: is democracy viable if no historical ties or common culture justifies solidarity and bearable sharing democratic burdens? Is social equality of the citizens a condition forcing to seek legal equality or an enemy of excellence? In spite of the enormous differences between Popper’s and Strauss’ agendas and even their ideals, both chose to explore the normative foundation of democracy by confrontation with Plato and his predecessors. Karl Popper in The Open society criticized Plato’s arguments against equality proposing an idiosyncratic interpretation of the controversy on Nature and Convention. Leo Strauss in his conferences on Natural right and history also elaborated on the emergence of the concepts of nomos and phusis contrasting Plato against “classical conventionalism”. This paper engages Popper and Strauss in a fictive debate on the foundations of political equality.por
dc.description.abstractBuscar arduamente a igualdade tem estado muitas vezes, senão sempre, no coração do ethos dos regimes democráticos, mesmo quando as práticas fi cam aquém dessa meta ambiciosa. A tendência para uma cada vez maior igualdade enfrenta todavia uma limitação importante e generalizada, ou seja, a cidadania não é um direito partilhado por todos, mas um privilégio do nascimento, descendência ou ligação à terra. Platão deu voz a este problema num diálogo intitulado Menexeno: é a democracia viável se não há vínculos históricos ou uma cultura comum que justifi quem a solidariedade e tornem suportável a partilha dos fardos democráticos? É a igualdade social dos cidadãos uma condição que força a busca da igualdade legal ou um inimigo de excelência? Apesar das enormes diferenças entre as agendas de Strauss e Popper e mesmo dos seus ideais, ambos optaram por explorar a base normativa da democracia por confronto com Platão e seus predecessores. Karl Popper em A Sociedade aberta criticou os argumentos de Platão contra a igualdade propondo uma interpretação idiossincrática da controvérsia sobre Natureza e Convenção. Leo Strauss nas suas conferências sobre Direito natural e história também discorreu sobre o aparecimento dos conceitos de Physis e Nomos, confrontando Platão com o “convencionalismo clássico”. Este artigo envolve Popper e Strauss num debate imaginário sobre os fundamentos da igualdade política.por
dc.description.publicationversioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpor
dc.distributioninternationalpor
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1822/55960
dc.language.isoengpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherUniversidade do Minho. Centro de Estudos Humanísticos (CEHUM)por
dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/SFRH/SFRH%2FBPD%2F85943%2F2012/PTpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/por
dc.subjectKarl Popperpor
dc.subjectLeo Strausspor
dc.subjectIgualdadepor
dc.subjectConventionpor
dc.subjectNaturepor
dc.subjectPlato´s Menexemuspor
dc.subjectDemocratic ethospor
dc.subject.fosHumanidades::Filosofia, Ética e Religiãopor
dc.titlePhysis and nomos: the nature of equality in Popper's and Strauss' readings of Platopor
dc.typearticlepor
dspace.entity.typePublicationen
oaire.citationEndPage101por
oaire.citationIssue2por
oaire.citationStartPage87por
oaire.citationVolume27por
sdum.journalDiacrítica. Série Filosofia e Culturapor

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