“Para brincar…brincar…brincar muito… brincar sempre” (Bea, 4 anos): as representações e as práticas das crianças sobre a amizade

dc.contributor.advisorFernandes, Natália
dc.contributor.authorSilva, Maria de Lurdes Pereira de Faria
dc.date.accessioned2010-11-08T16:39:00Z
dc.date.available2010-11-08T16:39:00Z
dc.date.issued2009-12-14
dc.date.submitted2009-11-12
dc.description.abstractO presente trabalho constitui uma análise sociológica aos mundos das relações das crianças, no sentido de construir um conhecimento mais profundo dos seus enredos, das redes e concepções de amizade, valorizando-se os seus saberes, as suas vozes, a sua capacidade de produção simbólica e as suas práticas sociais como fundamentais para a construção deste conhecimento. Tivemos como ponto de partida a consideração da Infância como categoria social autónoma e da criança como actor social, competente no seu processo de socialização, reconhecendo-lhe, desta forma, um papel activo na construção e determinação dos seus modos de vida e no daqueles que a rodeiam, sempre no mais profundo respeito pela sua identidade. No sentido de salvaguardar estes pressupostos no nosso trabalho empírico, situamo-nos no paradigma qualitativo, optando por metodologias interpretativas de cariz etnográfico, que nos permitiram penetrar nos mundos sociais das crianças. Com a entrada em campo (no contexto de um Jardim de Infância), através da observação participante, da entrevista-conversa e da análise documental e gráfica fizemos a recolha de dados. Com este estudo para além de registarmos as potencialidades das crianças enquanto parceiras de investigação, capazes de partilhar ideias e opiniões relevantes acerca dos seus mundos e relações, registamos ainda as especificidades que caracterizam as relações de amizade entre crianças pequenas.por
dc.description.abstractThe following study constitutes a sociological analysis of the worlds of children’s relationships, with a view to achieving a deeper understanding of the networks and conceptions of friendship, giving due value to their knowledge, their voices, their capacity for symbolic creation and their social customs as fundamental components for the building of this understanding. We took as our starting point the consideration of childhood as an autonomous social category and of children as social actors, competent in their process of socialisation, thereby recognising in them an active role in building and determining their ways of life and in those around them, always with the deepest respect for their identity. With the aim of safeguarding these prerequisites in our empirical work, we adopted a qualitative model, choosing interpretative methodologies of an ethnographic nature, which allowed us to enter the children’s social worlds. Data was obtained through field work (in the context of a kindergarten), namely by means of participant observation, interview-conversation and documental and graphical analysis. With this study, in addition to recording the potential of children as research partners, able to share relevant ideas and opinions about their worlds and relationships, we have also recorded the specific characteristics of friendships between young children.por
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1822/11031
dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subject.udc316.6-053.2por
dc.subject.udc37.015.4por
dc.title“Para brincar…brincar…brincar muito… brincar sempre” (Bea, 4 anos): as representações e as práticas das crianças sobre a amizadepor
dc.typemasterThesispor
dspace.entity.typePublicationen
thesis.degree.nameMestrado em Estudos da Criança (área de especialização em Sociologia da Infância)por

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