Análise da utilização das práticas recomendadas em intervenção precoce pelos terapeutas ocupacionais

Analysis of the use of early intervention recommended practices by occupational therapists
dc.contributor.advisorSerrano, Ana Mariapor
dc.contributor.authorGuimarães, Mónica Martinspor
dc.date.accessioned2020-02-04T10:59:15Z
dc.date.available2020-02-04T10:59:15Z
dc.date.issued2019
dc.date.submitted2019
dc.description.abstractNas últimas décadas, e com o avanço da evidência científica, os modelos recomendados no trabalho com as crianças pequenas veem sofrendo alterações com o surgimento de abordagens que produzem melhores resultados. Outrora preconizava-se o modelo médico, hoje fala-se em abordagem centrada na família. A mudança para uma abordagem centrada na família é árdua pois exige uma mudança de crenças e práticas dos profissionais. Deste modo, o terapeuta ocupacional enquanto profissional habilitado a trabalhar com crianças, faz parte do grupo de profissionais a quem estas práticas devem ser incutidas desde o início da sua formação. A presente investigação tem como finalidade a avaliação das práticas dos profissionais de terapia ocupacional, integrados ou não em projetos públicos de Intervenção Precoce, bem como o que influencia/condiciona a utilização destas práticas. O instrumento de recolha de dados foi a “Family- Centered Practices Checklist”, da autoria de Linda Wilson e Carl J Dunst (2002), e ainda um questionário desenvolvido pelas investigadoras tendo em conta a literatura da área. A amostra foi de 78 terapeutas ocupacionais que trabalham com crianças dos 0 aos 6 anos, afetos ou não aos projetos públicos de intervenção precoce. A metodologia do estudo é de natureza quantitativa, transversal, do tipo exploratóriodescritivo e correlacional. Como principais resultados destacámos que a utilização das práticas relacionais e participativas estão positivamente correlacionadas, assim como encontramos correlações positivas entre as práticas relacionais e participativas e as componentes das práticas descritas no questionário desenvolvido pelas investigadoras. Foi verificado também que a experiência nas Equipas Locais de Intervenção, a formação contínua e específica na área e o tempo de experiência profissional são fatores que influenciam consideravelmente a utilização das práticas, principalmente as participativas. Por fim, verificou-se que os profissionais de terapia ocupacional detêm de algumas assunções sobre o que são as práticas centradas na família apesar de serem escassas as formações/especializações na área da Intervenção Precoce. Os inquiridos mencionam como principais barreiras às práticas recomendadas em IP fatores relacionados com a família e com os profissionais.por
dc.description.abstractIn the last decades, and with the scientific progress, the recommended models for working with young children have been changing with the emergence of new approaches that produce better outcomes. Formerly the medical model was advocated, but today we heard about a family-centered approach. The change for a family-centered approach is arduous as it requires a change in practices and beliefs of practitioners, requiring the release of traditional roles played by practitioners, including the role of expert and detainers of choices. Therefore, the occupational therapists, as qualified professionals who work with young children, are part of the group of professionals to whom these practices should be transmitted since the beginning of their training. The aim of this inquiry is to evaluate occupational therapists’ practices, whether they are working for public EI projects or not, and what’s influencing/constraining the use of these practices. The data collection instrument was the “Family-Centered Practices Checklist” developed by Linda Wilson and Carl J Dunst (2002), and a questionnaire, based on recent literature, developed by the researchers for this study. The sample is composed of 78 occupational therapists working with children from 0 to 6 years old, in or out public early intervention projects. The methodology used in this study is quantitative, crosssectional, exploratory-descriptive and correlational. As main results we conclude that the use of relational and participatory practices is positively correlated, just as we found positive correlations between relational and participatory practices and the components of the practices described in the questionnaire developed by the researchers. It was also validated that the experience in the Local Intervention Teams, the continuous and specific training in the area and number of years working with young children, are factors that considerably influence the use of the practices, particularly the participatory ones. Additionally, it was found that occupational therapy professionals have some knowledge about family-centered practices despite their few training/specializations in the area of Early Intervention. The respondents mentioned factors related to families and professionals as the major barriers to the use of best practices in early intervention.por
dc.identifier.tid202353117por
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1822/63708
dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/por
dc.subjectFamíliaspor
dc.subjectIntervenção precocepor
dc.subjectPráticas centradas na famíliapor
dc.subjectPráticas recomendadas em intervenção precocepor
dc.subjectTerapeutas ocupacionaispor
dc.subjectEarly childhood interventionpor
dc.subjectEarly intervention recommended practicespor
dc.subjectFamiliespor
dc.subjectFamily-centered practicespor
dc.subjectOccupational therapistspor
dc.subject.fosCiências Sociaispor
dc.titleAnálise da utilização das práticas recomendadas em intervenção precoce pelos terapeutas ocupacionaispor
dc.title.alternativeAnalysis of the use of early intervention recommended practices by occupational therapistspor
dc.typemasterThesiseng
dspace.entity.typePublicationen
sdum.degree.grade19 valorespor
sdum.uoeiInstituto de Educaçãopor
thesis.degree.grantorUniversidade do Minhopor
thesis.degree.nameMestrado em Educação Especial (área de especialização em Intervenção Precoce)por

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