Cultura digital: uma viagem em contraciclo? Dinâmicas culturais em análise

dc.contributor.authorFonseca, Amália Gonçalvespor
dc.contributor.authorRabot, Jean-Martinpor
dc.date.accessioned2018-04-06T10:41:26Z
dc.date.available2018-04-06T10:41:26Z
dc.date.issued2016
dc.description.abstract(Excerto) O atual debate das culturas locais e regionais face à globalização cultural dominante apresenta-se com uma configuração paradoxal que opõe a exaltação da cultura universalmente partilhada à recusa da uniformização das culturas locais. Se hoje em dia nos deparamos por todo a parte com a imparável invasão da cultura de massas e das tecnologias da informação, testemunhamos também, mais do que nunca, uma crescente preocupação em manter vivas as tradições locais, que tendem irremediavelmente a desaparecer e a ser suplantadas pela cultura global. Para Augusto Santos Silva (2000), a cultura e o desenvolvimento interpenetram-se, sendo a cultura o “lugar” mais adequado para pensar a integração das múltiplas dimensões do desenvolvimento, que tem necessariamente a ver com a transformação; mudança essa, porém, que não deve ser, segundo o sociólogo, concebida à maneira moderna, como aquilo que se opõe à tradição para que a modernização seja possível. No mundo globalizado em que vivemos, que nunca foi tão fragmentado e, ao mesmo tempo, tão homogéneo, há, de facto, um retorno às tradições, às localidades, aos rituais e a todos os elementos que compõem o quotidiano e o imaginário das pessoas, ou, como diz o sociólogo Dominique Wolton (2010), surge a necessidade imperiosa para o homem de se reencontrar com aquilo que faz sentido para si. Existe, paralelamente à tendência uniformizadora global, uma fascinação com a diferença, e brota um novo interesse local (Hall, 1992). Ao invés de se pensar no global como substituto do local, parece mais acertado pensar numa nova articulação entre ambos. Efetivamente, toda a gente partilha saberes transversais, mas ainda que tudo pareça convergir para uma uniformização das práticas culturais, isso não implica uma homogeneização das culturas. Global e local não se opõem em termos lógicos; pelo contrário, são hoje em dia interdependentes e indissociáveis, como iremos tentar demonstrar nesta comunicação...por
dc.description.publicationversioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpor
dc.distributioninternationalpor
dc.identifier.eisbn978-989-654-326-6por
dc.identifier.isbn978-989-654-324-2por
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1822/54013
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherUniversidade da Beira Interior (UBI)por
dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/5876/147330/PTpor
dc.relation.publisherversionhttp://www.labcom-ifp.ubi.pt/book/278por
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectGlobalizaçãopor
dc.subjectCiberculturapor
dc.subjectCultura popularpor
dc.subjectPós-modernidadepor
dc.subjectIdentidadepor
dc.subjectGlobalizationpor
dc.subjectCyberculturepor
dc.subjectPopular culturepor
dc.subjectPost-modernitypor
dc.subjectIdentitypor
dc.subject.fosCiências Sociais::Ciências da Comunicaçãopor
dc.titleCultura digital: uma viagem em contraciclo? Dinâmicas culturais em análisepor
dc.typeconferencePaperpor
dspace.entity.typePublicationen
oaire.citationConferenceDate27 - 30 out. 2015por
oaire.citationConferencePlaceCovilhã, Portugalpor
oaire.citationEndPage813por
oaire.citationStartPage801por
sdum.conferencePublicationCulturas em movimento: livro de atas do I Congresso Internacional sobre Culturapor
sdum.event.titleI Congresso Internacional sobre Culturapor
sdum.event.typecongresspor

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