Tempo em família e saúde mental de crianças em idade escolar em contextos de vulnerabilidade social

Family time and mental health of schoolchildren in contexts of social vulnerability
dc.contributor.advisorRosário, Rafaela
dc.contributor.advisorLopes, Cristiana Alexandra Pereira Sousa
dc.contributor.authorRibeiro, Rosa Maria Lopes
dc.date.accessioned2026-09-29T15:51:04Z
dc.date.issued2026-06-18
dc.date.submitted2026-04
dc.description.abstractO presente relatório foi desenvolvido no âmbito do Estágio de Natureza Profissional com Relatório, integrado no Mestrado em Enfermagem de Saúde Comunitária na Área de Enfermagem de Saúde Familiar, da Escola Superior de Enfermagem da Universidade do Minho. Desenvolvido numa Unidade de Saúde Familiar do Norte de Portugal, teve como finalidade consolidar competências comuns e específicas do Enfermeiro Especialista em Enfermagem de Saúde Familiar, através de uma prática clínica reflexiva, crítica e fundamentada, centrada na família enquanto unidade de cuidados. O trabalho integra a contextualização do local de estágio, a análise crítico-reflexiva das competências especializadas desenvolvidas e uma componente de investigação centrada na associação entre o tempo em família e a saúde mental de crianças em idade escolar inseridas em contextos de vulnerabilidade social. A investigação desenvolvida corresponde a um estudo observacional, transversal e analítico, realizado a partir de dados baseline do projeto BeE-School, com uma amostra de 735 crianças do 1.º ciclo em agrupamentos TEIP do Norte de Portugal. Para a recolha de dados, foram utilizados um questionário sociodemográfico elaborado pelos investigadores, o Strengths and Difficulties Questionnaire (SDQ), para avaliação das dificuldades e capacidades socioemocionais da criança, e um conjunto de itens do Health Behaviour in School-aged Children (HBSC), para avaliar a frequência de atividades realizadas em família; preenchidos pelos pais. Os resultados sugerem que maior frequência de tempo em família se associa a menos dificuldades psicossociais em crianças, nomeadamente problemas de comportamento e hiperatividade, sobretudo quando o tempo partilhado envolve atividades mais interativas e participativas. Sublinham ainda o potencial das dinâmicas familiares enquanto recurso protetor da saúde mental infantil, com implicações relevantes para a prática da Enfermagem de Saúde Familiar em contextos de maior vulnerabilidade social. Globalmente, o percurso reforçou a centralidade da família na prática especializada de enfermagem e evidenciou a relevância de intervenções colaborativas, contextualizadas e sustentadas na evidência.por
dc.description.abstractThis report was developed as part of a Professional Practice Internship with Report, integrated into the Master’s Degree in Community Health Nursing in the area of Family Health Nursing, at the School of Nursing of the University of Minho. Conducted in a Family Health Unit in Northern Portugal, its purpose was to consolidate both common and specific competencies of the Specialist Nurse in Family Health Nursing through reflective, critical, and evidence-based clinical practice, centered on the family as the unit of care. The work includes contextualizing the internship setting, a critical-reflective analysis of the specialized competencies developed, and a research component focused on the association between family time and mental health among schoolchildren living in socially vulnerable contexts. The research is an observational, cross-sectional, and analytical study based on baseline data from the BeE-School project, with a sample of 735 primary schoolchildren from TEIP school clusters in Northern Portugal. Data collection involved a sociodemographic questionnaire developed by the researchers, the Strengths and Difficulties Questionnaire (SDQ) to assess children’s socio-emotional difficulties and strengths, and a set of items from the Health Behavior in School-aged Children (HBSC) survey to evaluate the frequency of family activities; all completed by parents. The results suggest that a higher frequency of family time is associated with fewer psychosocial difficulties in children, particularly behavioral problems and hyperactivity, especially when shared time involves more interactive and participatory activities. They also highlight the potential of family dynamics as a protective factor for children’s mental health, with relevant implications for Family Health Nursing practice in contexts of greater social vulnerability. Overall, the experience reinforced the central role of the family in specialized nursing practice and demonstrated the importance of collaborative, contextualized, and evidence-based interventions.eng
dc.identifier.tid204358108
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1822/103872
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectEnfermagem de Saúde Familiar
dc.subjectFamília
dc.subjectSaúde mental infantil
dc.subjectTempo em família
dc.subjectVulnerabilidade social
dc.subjectChild mental health
dc.subjectFamily
dc.subjectFamily Health Nursing
dc.subjectFamily time
dc.subjectSocial vulnerability
dc.subject.fosCiências Médicas::Ciências da Saúde
dc.titleTempo em família e saúde mental de crianças em idade escolar em contextos de vulnerabilidade socialpor
dc.title.alternativeFamily time and mental health of schoolchildren in contexts of social vulnerabilityeng
dc.typemasterThesis
dspace.entity.typePublication
sdum.degree.grade19 valores
sdum.uoeiEscola Superior de Enfermagem
thesis.degree.grantorUniversidade do Minhopor
thesis.degree.nameMestrado em Enfermagem Comunitária, na área de Enfermagem de Saúde Familiar (relatório de estágio)

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