Direito do Trabalho e economia colaborativa – desafios de regulamentação

dc.contributor.authorGomes, Maria Irenepor
dc.date.accessioned2023-08-11T14:25:43Z
dc.date.available2023-08-11T14:25:43Z
dc.date.issued2023-02-07
dc.description.abstractOs modelos de economia colaborativa que maiores interrogações colocam ao Direito do Trabalho relacionam-se com a prestação de serviços on demand via apps, questionando-se, afinal, se, em face de muitas das suas características, o vínculo que se estabelece entre os operadores das plataformas e os prestadores de serviço reveste, ou não, uma natureza laboral. No ordenamento jurídico português, o fenómeno foi regulado com a Lei n.º 45/2018, de 10 de agosto, circunscrevendo-se ao regime jurídico da atividade de transporte individual e remunerado de passageiros em veículos descaracterizados a partir de plataforma eletrónica, tendo o diploma introduzido como novidade regulatória um quarto sujeito nesta relação em regra triangular – o operador de TVDE. O legislador português não parece ter pretendido tomar uma posição perentória quanto à qualificação do prestador de atividade neste setor, construindo o modelo de regulação em torno da vinculação do motorista ao operador de TVDE, e não à plataforma digital. A resposta regulativa é setorial, fragmentada, dotada de alguma opacidade e, por isso, justificativa de novas intervenções já anunciadas.por
dc.description.abstractThe collaborative economy models pose questions to labour law, questioning if, in view of many of its characteristics, the bond established between the platform operators and the service providers has, or not, a labour nature. In the Portuguese legal system, the phenomenon was regulated by Law 45/2018, of 10th August, being limited to the legal framework for electronic transport platforms. This law introduced as regulatory novelty a fourth subject in this triangular relationship - the TVDE operator. The Portuguese legislator does not seem to have intended to take a peremptory position regarding the qualification of the activity provider in this sector, building the regulatory model around the binding of the driver to the TVDE operator, and not to the digital platform. The regulatory response is sectoral, fragmented, endowed with some opacity and, therefore, justifying new interventions already announced.por
dc.distributioninternationalpor
dc.identifier.doi10.21814/uminho.ed.100.16por
dc.identifier.isbn978-989-8974-89-1
dc.identifier.issn978-989-8974-90-7
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1822/86110
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherUMinho Editorapor
dc.relation.publisherversionhttps://doi.org/10.21814/uminho.ed.100.16por
dc.rightsopenAccesspor
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/por
dc.subjectEconomia colaborativapor
dc.subjectCondições de trabalhopor
dc.subjectDireito do Trabalhopor
dc.subjectDesafios de regulamentaçãopor
dc.subjectCollaborative economypor
dc.subjectWorking conditionspor
dc.subjectLabour Lawpor
dc.subjectRegulatory challengespor
dc.subject.fosCiências Sociais::Direitopor
dc.titleDireito do Trabalho e economia colaborativa – desafios de regulamentaçãopor
dc.typebookPartpor
dspace.entity.typePublicationen
oaire.citationEndPage426por
oaire.citationStartPage397por
oaire.versionVoRpor
sdum.conferencePublicationEconomia Colaborativapor

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