La contre-culture à l'École de Porto (1968-1974)

dc.contributor.authorBandeira, Pedropor
dc.contributor.editorDebarre, Annepor
dc.contributor.editorManiaque, Carolinepor
dc.contributor.editorMarantz, É.por
dc.contributor.editorVioleau, Jean-Louispor
dc.date.accessioned2021-02-05T10:00:51Z
dc.date.available2021-02-05T10:00:51Z
dc.date.issued2020-04-01
dc.descriptionPublicação em livro, passados dois anos de apresentação de artigo em congresso com mesmo nome, em Paris.por
dc.description.abstractNo discurso de agradecimento por ocasião da atribuição da medalha de L’Academie d’Architecture de France (Paris, 2010) Eduardo Souto de Moura descreveu os seus primeiros anos do curso de arquitetura na Escola Superior de Belas Artes do Porto (no início dos anos 70), como um curso centrado nas ciências sociais (sociologia, antropologia, estruturalismo…) fortemente influenciado por uma ideologia marxista. Neste contexto o ensino da arquitetura, era entendido como uma síntese das disciplinas analíticas e o desenho (no sentido de projeto mas também linguagem) era menosprezado ou considerado reacionário. A arquitetura era para muitos considerada uma prática burguesa representativa dos poderes instituídos e contra-revolucionários. Portugal vivia a chamada “Primavera Marcelista” (1968-1970) na transição desejada e difícil entre o Estado Novo (um regime autoritário de Salazar com quase cinco décadas) e a Revolução democrática de Abril de 1974, protagonizada pelo Movimento das Forças Armadas. Apesar de vigorar ainda um regime de censura nestes anos que antecederam a Revolução, não foi impedida a publicação das primeiras edições portuguesas de A Desobediência Civil de Henry David Thoreau (1972) ou da Sociedade do Espetáculo de Guy Debord (1972) (neste caso por se considerar demasiado densa, filosófica e consequentemente inofensivo para as massas) . Sob influência do Maio de 68, viveu-se um ambiente de contestação estudantil pela defesa de uma restruturação da universidade e pela democratização do ensino e, sem pudor, contestou-se o regime e a guerra nas ex-colónias. Esta revolta teve o seu apogeu em abril de 1969 na Universidade de Coimbra gerando uma crise académica sem precedentes (manifestações, alunos suspensos, presos, escolas encerradas e um expressivo boicote aos exames). Nos corredores da universidade circulava a tradução policopiada Da Miséria no Meio Estudantil (Mustapha Khayati, 1966). O Curso de Arquitetura no Porto, viveu igual período de contestação estudantil, conseguindo reivindicar, ainda que por breves momentos (1970-73) um “regime experimental” de ensino...por
dc.description.sponsorshipApoio tradução LAB2PT (Universidade do Minho)por
dc.distributioninternational
dc.identifier.isbn978-2-94-0563-64-7por
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1822/70069
dc.language.isofrapor
dc.publisherMétis Pressespor
dc.relation.publisherversionhttps://www.metispresses.ch/en/architecture-68por
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectPedagogias radicaispor
dc.subjectEscola do Portopor
dc.subject.fosHumanidades::Artespor
dc.subject.odsCidades e comunidades sustentáveispor
dc.titleLa contre-culture à l'École de Porto (1968-1974)por
dc.typebookPartpor
dspace.entity.typePublicationen
oaire.citationEdition1por
oaire.citationEndPage190por
oaire.citationStartPage181por
oaire.versionVoRpor
sdum.bookTitleArchitecture 68: panorama international des renouveaux pédagogiquespor

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