Do risco ao acidente : que possibilidades para a prevenção?

dc.contributor.authorAreosa, João
dc.date.accessioned2012-02-10T14:23:21Z
dc.date.available2012-02-10T14:23:21Z
dc.date.issued2009-12
dc.date.submitted2009-03-16
dc.description.abstractSe considerarmos a eminente quantidade de riscos que determinadas organizações incorporam, bem como a sua elevada gravidade, podemos então considerar, metaforicamente, algumas destas organizações como autênticas fábricas de riscos. Os acidentes só ocorrem porque existem riscos a montante. Sabendo que os riscos são de certo modo omnipresentes, torna-se utópico pensar que poderemos eliminar todos os acidentes. Neste artigo, pretendemos confrontar as principais virtudes e limitações de alguns modelos para a análise dos acidentes. As perspectivas que iremos apresentar e confrontar, embora de forma sucinta, são as seguintes: o modelo sequencialista; a perspectiva epidemiológica dos acidentes; o paradigma socio-técnico dos desastres de origem humana; a abordagem sistémica dos acidentes, particularmente a perspectiva dos “acidentes normais” e, fi nalmente, o modelo organizacional dos acidentes.por
dc.distributioninternational
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1822/17002
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherSociedade Angolana de Sociologiapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectRiscopor
dc.subjectAcidentespor
dc.subjectTeorias dos acidentespor
dc.titleDo risco ao acidente : que possibilidades para a prevenção?por
dc.typearticle
dspace.entity.typePublicationen
oaire.citationEndPage65por
oaire.citationIssue4por
oaire.citationStartPage39por
oaire.citationTitleRevista Angolana de Sociologiapor
sdum.journalRevista Angolana de Sociologiapor
sdum.publicationstatuspublishedpor

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João Areosa Do risco ao acidente.pdf
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