Playing the transatlantic card: the British anti-lynching campaigns of Ida B. Wells

Jogando a cartada transatlântica: as campanhas anti-linchamento britânicas de Ida B. Wells
dc.contributor.authorPaisana, Joannepor
dc.date.accessioned2017-07-17T16:38:06Z
dc.date.available2017-07-17T16:38:06Z
dc.date.issued2016
dc.description.abstractThis paper shows the effectiveness of nineteenth-century transatlantic social campaigns, highlighting the usefulness of using existing reform networks for one black American female agitator in particular, Ida B. Wells. Wells’ 1893 and 1894 British anti-lynching campaigns aimed to raise public awareness and consequently support in Britain for stamping out lynching in America and thereafter to galvanize Americans into doing the same. She was supported by Catherine Impey and temperance campaigners, among others. The very popular American temperance and woman’s rights advocate, Frances Willard, convalescing in England at the time of Wells’ campaigns, was accused by Wells of not speaking out sufficiently against lynching in the American South. Supported by her stalwart friend and host Lady Henry Somerset, the Willard/Somerset partnership countered Wells and her British supporters. The dispute had consequences in Britain and America.por
dc.description.abstractEste ensaio demonstra a eficácia das campanhas transatlânticas conduzidas por mulheres em finais do século dezanove, sublinhando a utilidade do recurso a redes reformistas previamente existentes para as causas duma ativista negra americana em particular, Ida B. Wells. As campanhas britânicas contra o linchamento conduzidas por Wells em 1883 e 1884 tinham como objetivo chamar a atenção do público britânico, e consequentemente conseguir apoio, para a causa da abolição da prática de linchamento nos Estados Unidos e assim encorajar os cidadãos americanos a fazer o mesmo. Wells contou com o apoio de Catherine Impey e outros ativistas do movimento pro-temperance. A ativista americana a favor dos direitos das mulheres e pro-temperance Frances Willard, figura muito popular que, na altura das duas campanhas de Wells, se encontrava a convalescer em Inglaterra, foi criticada pela última por não denunciar de modo mais veemente o linchamento no Sul dos Estados Unidos. Apoiada pela sua amiga e anfitriã de longa data Lady Henry Somerset, a parceria Willard/Somerset ripostou a argumentação de Wells e seus apoiantes. Esta disputa teve consequências tanto na Grã-Bretanha como nos Estados Unidos.por
dc.description.publicationversioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpor
dc.description.sponsorshipPublicação subsidiada por FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologiapor
dc.identifier.issn0807-8967
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1822/46204
dc.language.isoengpor
dc.publisherUniversidade do Minho. Centro de Estudos Humanísticos (CEHUM)por
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectIda B. Wellspor
dc.subjectAnti-lynchingpor
dc.subjectCatherine Impeypor
dc.subjectFrances Willardpor
dc.subjectLady Henry Somersetpor
dc.subjectLinchamentopor
dc.subjectMovimento temperancepor
dc.subject.fosHumanidades::História e Arqueologiapor
dc.titlePlaying the transatlantic card: the British anti-lynching campaigns of Ida B. Wellspor
dc.title.alternativeJogando a cartada transatlântica: as campanhas anti-linchamento britânicas de Ida B. Wellspor
dc.typearticlepor
dspace.entity.typePublicationen
oaire.citationEndPage203por
oaire.citationIssue1por
oaire.citationStartPage187por
sdum.journalDiacrítica

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Playing the Transatlantic card the British anti-lynching campaigns of Ida B. Wells, JPaisana.pdf
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