Estilos de vida: o que dizem os professores; a realidade dos alunos

dc.contributor.authorRodrigues, Vitor
dc.contributor.authorCarvalho, Graça Simões de
dc.contributor.authorGonçalves, Artur
dc.contributor.authorAlbuquerque, Carlos
dc.date.accessioned2008-05-27T21:32:02Z
dc.date.available2008-05-27T21:32:02Z
dc.date.issued2008-01-31
dc.description.abstractTendo por premissa que a educação para a saúde é um processo de capacitação, participação e responsabilização que deve conduzir os jovens à adopção e manutenção de estilos de vida saudáveis, desenvolvemos o presente estudo que teve como objectivos: conhecer as concepções de educação para a saúde dos professores; caracterizar as suas actividades de educação para a saúde; conhecer os hábitos alimentares dos alunos, tipo de actividade física e identificar comportamentos de risco, nomeadamente no que diz respeito ao consumo de tabaco, bebidas alcoólicas, drogas ilícitas e comportamento sexual. É um estudo descritivo e transversal, em que os dados foram recolhidos através de um questionário on line, tendo sido garantido o anonimato e a confidencialidade dos dados. Participaram neste estudo um total de 77 professores, e 467 alunos, provenientes de Escolas situadas na região norte de Portugal. Resultados: Todos os professores do 1º ciclo e de ciências naturais (2º ciclo) dizem realizar Educação para a saúde, enquanto que os professores das ciências exactas e tecnologias dizem não realizar; a maior parte dos professores diz que quem deve ensinar educação para a saúde são os pais, professores e profissionais da saúde em conjunto; cerca de dois terços dos jovens dizem não ter experimentado tabaco, a bebida mais consumida é o vinho; a maioria dos jovens diz não consumir qualquer tipo de droga ilícita e são os rapazes que afirmam mais frequentemente já ter tido relações sexuais. Conclusões: A educação para a saúde é um processo de capacitação, participação e responsabilização que deve levar os jovens a adoptarem e manterem estilos de vida saudáveis. Consideramos, este estudo como um ponto de partida necessário a que uma intervenção comunitária em termos de educação para a saúde se possa efectivar.eng
dc.description.sponsorshipLIBEC/CIFPEC - unidade de investigação 16/644 da FCT.eng
dc.identifier.citationLEAL, I. [et al.], ed. lit. – “Intervenção em psicologia e saúde : actas do Congresso Nacional de Psicologia da Saúde, 7, Porto, Portugal, 2008”. [Porto : Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde, 2008]. ISBN 972840082-9. p. 717-720.eng
dc.identifier.isbn972840082-9
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1822/7874
dc.language.isoporeng
dc.peerreviewedyeseng
dc.publisherInstituto Superior de Psicologia Aplicadaeng
dc.rightsopenAccesseng
dc.subjectEducação para a Saúdeeng
dc.subjectHábitos alimentareseng
dc.subjectÁlcooleng
dc.subjectTabacoeng
dc.subjectDrogaseng
dc.subjectComportamentos sexuaiseng
dc.titleEstilos de vida: o que dizem os professores; a realidade dos alunospor
dc.typearticleeng
dspace.entity.typePublicationen

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