O tempo vazio das terras últimas

dc.contributor.authorBandeira, Pedropor
dc.date.accessioned2019-01-10T14:21:07Z
dc.date.available2019-01-10T14:21:07Z
dc.date.issued2010-04-01
dc.description.abstractE parte da nostalgia que associamos à fotografia vem da memória, não só da que fala Roland Barthes em A Câmara Clara, mas da memória que temos do próprio meio fotográfico, da sua produção generalizada, da sua própria cultura. Sentimos que já tudo foi fotografado e que a nossa experiência não mais que redundará numa acumulação de experiencias semelhantes, restando o prazer inequívoco do acto de fotografar em si; “viva o momento”. Um acto que a ser saudável deveria despojar-se de qualquer expectativa futura mas dificilmente resistimos a ampliar em papel as imagens que fotografamos, como dificilmente resistimos a ver Terras Últimas mesmo sem as termos experienciado. Mas mais do que esta aparente contradição interessa-nos o paradoxo de estas imagens se aproximarem, simultaneamente, do sentido de tempo vazio com que iniciámos o texto. Não necessariamente só o tempo vazio das pessoas que habitam esta paisagem mas também o tempo vazio que se refere à produção das imagens em si.por
dc.description.publicationversioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpor
dc.identifier.isbn978-989-96073-8-5por
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1822/58014
dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectFotografiapor
dc.subjectViagempor
dc.subject.fosHumanidades::Outras Humanidadespor
dc.titleO tempo vazio das terras últimaspor
dc.typeprefacepor
dspace.entity.typePublicationen
oaire.citationEndPage6por
oaire.citationIssue1por
oaire.citationStartPage5por
sdum.bookTitleTerras Últimas: Fotografia de Eduardo Britopor

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