Espaço urbano e habitação básica como primeiro direito

dc.contributor.authorSilva, Manuel Carlospor
dc.contributor.authorBaptista, Luís Vicentepor
dc.contributor.authorRibeiro, Fernando Bessapor
dc.contributor.authorFelizes, Joelpor
dc.contributor.authorVasconcelos, Ana Maria Nogalespor
dc.contributor.otherSilva, Manuel Carlos
dc.date.accessioned2024-01-11T08:54:14Z
dc.date.available2024-01-11T08:54:14Z
dc.date.issued2020-11
dc.descriptionColeção: Debater o Social – 1por
dc.description.abstractEsta obra coletiva, organizada no quadro de projeto de investigação sobre ‘ilhas’ e bairros populares no Porto e em Braga, oferece contributos de especialistas em Colóquio Internacional realizado na Universidade do Minho sobre o espaço urbano como eixo estruturante da sociedade e sua relação com classes sociais, diversas dimensões da cidade, sendo de salientar a patrimonialidade urbana, cujo objeto de análise filosófico-sociológica se centra nos objetos expressivos do passado de tipo comunitário e ‘contramonumental’ com fecundas ressignificações populares para o presente e futuro coletivo. Porém, o principal foco orienta-se para a análise das condições de vida e habitação dos moradores/as de bairros populares, com estudos de caso geo-históricos e empíricos sobre espaços periféricos e suburbanos de áreas metropolitanas, nomeadamente ‘pátios’, ‘ilhas/ vilas’ operárias e bairros ‘informais’- clandestinos em Lisboa, Porto e Brasília e cidades intermédias como Amadora, Braga e Guimarães. São de salientar finas análises demográficas e histórico-sociológicas sobre processos migratórios, de gentrificação e demolição de bairros populares estigmatizados, ‘demonizados’ e até ‘criminalizados’ em favor de projetos imobiliários, implicando despejos. Contrariamente a pressupostos positivistas, a análise das diversas formas de desigualdade e segregação socio-espacial e étnico-racial não perde de vista a habitação básica como Primeiro Direito Humano e preceito constitucional nem, simultaneamente, inibe críticas a intervenções tecnocráticas top-down e omissões e cumplicidades das políticas habitacionais a nível nacional e municipal. É de referir a segmentação e/ ou dualização de espaços habitacionais durante a I República e o Estado Novo (este com proliferação de barracas), como inclusive no pós 25 de Abril de 1974, a inação perante sucessivas crises de habitação durante este período, as quais comprometeram este direito em favor dos interesses financeiros, imobiliários e especulativos nomeadamente na recente onda de desregulação neoliberal. Ora, perante o recorrente e elevado, ainda que diferenciado, grau de ausência do Estado Social, impõe-se uma política estatal de direito à cidade, à justiça espacial e ao direito a uma habitação básica digna para todos os cidadãos/ãs.por
dc.description.sponsorshipProjeto PTDC/IVC-SOC/4243/2014 da FCT e 04/SAICT/2015 Horizonte 2020por
dc.distributioninternationalpor
dc.identifier.isbn978-989-755-557-2
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1822/88040
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherEdições Húmuspor
dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/9471 - RIDTI/PTDC%2FIVC-SOC%2F4243%2F2014/PTpor
dc.relation04/SAICT/2015por
dc.rightsopenAccesspor
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/por
dc.subject.fosCiências Sociais::Sociologiapor
dc.subject.odsReduzir as desigualdadespor
dc.titleEspaço urbano e habitação básica como primeiro direitopor
dc.typebookpor
dspace.entity.typePublicationen
oaire.citationConferencePlaceFamalicão, Portugalpor
oaire.citationEndPage298por
oaire.citationIssue1.ª edpor
oaire.citationStartPage1por
oaire.versionVoRpor
sdum.bookTitleEspaço urbano e habitação básica como primeiro direitopor

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