Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/1822/34752

TitleIntervenção psicológica na orientação vocacional de jovens: novos desafios e oportunidades
Author(s)Taveira, Maria do Céu
Issue date1998
PublisherCasa Pia
Abstract(s)[Introdução] Nos últimos 40 anos, assiste-se a uma evolução assinalável no domínio da psicologia vocacional, tanto no que respeita a teoria, como no que respeita a investigação e a intervenção. Um dos factores desta evolução tem sido a transformação rápida e, muitas vezes, imprevisível, da natureza e estrutura dos contextos sociais e de vida dos indivíduos, particularmente no que respeita os sistemas familiar, escolar e profissional. Com efeito, o carácter dinâmico e a rapidez da mudança das estruturas sociais do século XX têm vindo a constituir, simultaneamente, um desafio e uma oportunidade para o desenvolvimento da teoria e.da prática da orientação vocacional. Assim, por exemplo, quando se procura compreender o estado actual da orientação através da sua história, conclui-se que existem teorias novas e modelos explicativos mais elaborados sobre a problemática da orientação vocacional das pessoas ao longo de toda a sua vida (cf. a este propósito, Hackett e Lent, 1992; Osipow, 1990). Por seu lado, os problemas vocacionais são cada vez mais perspectivados em termos desenvolvimentais e no contexto das interacções que os indivíduos estabelecem com meios relacionais e físicos também em desenvolvimento e a educação vocacional tem vindo a assumir um papel de destaque na promoção do sucesso escolar e do desenvolvimento pessoal das crianças, dos jovens e dos adultos (Hoyt, 1995). Recentemente, também, assiste-se a um convite permanente na literatura vocacional para que os profissionais da orientação recorram a práticas mais activas e alargadas. Ou seja, desenvolve-se a ideia de que as práticas tradicionais e mais conhecidas da orientação, ainda que fundamentais para ajudar a resolver problemas vocacionais, sobretudo em fases de eminência de decisão vocacional, não são porém suficientes quando a preocupação dos profissionais passa a ser também a prevenção dos problemas e das dificuldades ou a promoção do desenvolvimento vocacional dos indivíduos (Spokane, 1991). Com efeito, torna-se cada vez mais difícil encarar a orientação como uma intervenção que pode ser feita isoladamente, quer do sistema escolar quer das experiências da comunidade. Atarefa de apoiar as crianças, os jovens e os adultos a explorar, identificar, articular, antecipar e preparar possíveis futuros já não é um exclusivo institucional ou profissional (Law, 1987).
TypeConference paper
URIhttps://hdl.handle.net/1822/34752
Peer-Reviewedyes
AccessOpen access
Appears in Collections:CIPsi - Artigos (Papers)

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